Escola Secundária de Pombal

 

O Correio de Pombal

Eco-Escolas

 

International Education

   

 
  GATO    MOODLE M. EDUCAÇÃO
   

 

Escola galardoada

com a

BANDEIRA VERDE

 

 

 

 

 

   

Mail:  jornalsemente@espombal.edu.pt

 

Onde estou?    pergunta página inicial    pergunta notícias    pergunta mais notícias

 

 

Professora Margarida Cardoso

1º Prémio do Concurso "Le Français en BD, c'est facile"

Decisiva para a vitória a criatividade do estudante manifestada na frase que imaginou e pôs na boca de Titeuf, conhecida personagem dos álbuns de Philippe Chappuis.

 

   

  semente

24-06-2011 12:11

  Aumentar fonte        Diminuir fonte     Imprimir

 

Joseph Merçon Paula, aluno do Ensino Recorrente (11º ano por módulos capitalizáveis), ganhou o 1º Prémio do Concurso "Le Français en BD, c'est facile", organizado pelo Serviço de Cooperação Linguística e Educativa da Embaixada de França em Portugal e pela Associação Portuguesa de Professores de Francês (APPF). A resposta correcta a todas as perguntas sobre Banda Desenhada francófona resultou de pesquisa aturada, sob orientação da professora Cristina Costa. Além disso, foi decisiva para a vitória a criatividade do estudante manifestada na frase que imaginou e pôs na boca de Titeuf, conhecida personagem dos álbuns de Philippe Chappuis.

O prémio consiste numa viagem a Paris, a decorrer de 9 a 19 de Julho de 2007. Na capital francesa, o vencedor reunir-se-á com jovens do mundo inteiro. Em conjunto, (re)descobrirão a cultura francesa, através de um tema aglutinador: "a ciência".

Também no mesmo concurso, a aluna Sílvia Ferreira obteve um meritório 4º lugar, tendo-lhe sido atribuído como prémio um álbum de Banda Desenhada.

 Esta iniciativa revela o interesse que o francês continua a despertar e o dinamismo de que o seu ensino dá provas. A comprová-lo, eis alguns testemunhos que nos chegaram da parte de jovens estudantes da Universidade de Coimbra que, pela sua abertura à Europa e ao mundo, poderão servir de exemplo a alunos da nossa Escola que procuram a sua via de formação futura:

Inês Batista, aluna do 3º ano do Curso de Turismo, Lazer e Património: “Neste último semestre, resolvi frequentar as aulas de Iniciação ao Francês, não só por estar já a pensar num futuro próximo, mas, sobretudo, por pensar no presente. Na verdade, esta cadeira mostrou-se útil e proveitosa, uma vez que, como aluna universitária, tenho acesso a muita bibliografia francesa, e necessitava de algumas luzes para a compreensão de certos textos. No futuro, esta língua será importante para que eu possa exercer a minha carreira profissional com algum sucesso, na medida em que espero estar ligada ao turismo e receber visitantes dos países Francófonos”.

Ana Melo, aluna do 2º ano de Jornalismo: “Decidi, no início do ano lectivo, inscrever-me num curso de francês, primeiro de tudo, porque considero uma língua muito bonita de que sempre gostei. Depois, porque reconheço que, dentre as várias línguas mundiais, o francês é um caso com uma representatividade considerável: são vários os países da francofonia que vão desde a Europa, passando pela África e América, até à Polinésia francesa. Por último, como estudante de Jornalismo, sinto o dever de lidar confortavelmente com várias línguas, pelo menos com as mais faladas e que eu considero mais importantes. Tendo a França uma panóplia de jornais com grande visibilidade internacional, como é o caso do " Le Monde", "Courrier Internacional", "Le Fígaro", entre outros, seria grave se não tentasse, pelo menos, saber um pouco mais da língua francesa”.

Anne Sophie Oliveira, aluna do 4º ano de Línguas e Literaturas Modernas (Francês/Inglês): “Ao iniciar a minha aventura no Canadá onde passei quatro meses ao abrigo do programa internacional RESO (Rayonnement de l’Enseignement dans les Sociétés Ouvertes), pensava que essa experiência me permitiria melhorar o meu inglês. Com efeito, iria passar um tempo numa província anglófona…mas, ao contrário das minhas expectativas, falei mais francês do que inglês! Apesar de o Canadá ser oficialmente um país bilingue, não esperava encontrar muitos francófonos fora do Québec. Qual não foi o meu espanto ao constatar que, em Otava, a maioria das pessoas dominam as duas línguas e que todos os serviços administrativos, assim como a universidade, funcionam nas duas línguas! Além disso, há cada vez mais escolas de imersão em francês nas províncias anglófonas. Não são apenas os pais oriundos do Québec que matriculam os filhos nas escolas francófonas, mas também, e cada vez mais, aqueles que querem que os filhos tenham uma escolaridade em francês. O prestígio da língua francesa, não obstante a expansão do inglês, permanece vivo no Canadá, o que foi muito surpreendente para mim, principalmente devido à proximidade e à influência do inglês dos Estados Unidos. Fiquei surpreendida e, sobretudo, orgulhosa pelo facto de ser atribuído ao francês o seu justo valor!”

Luís de Portugal, estudante na área de Cinema, da Licenciatura de Estudos Artísticos: “Em 2006, increvi-me na Université Sorbonne Nouvelle Paris III, na licenciatura de Cinéma et Audiovisuel, ao abrigo do programa de mobilidade estudantil, Sócrates/Erasmus. Foi graças às bases de francês adquiridas durante o meu trajecto escolar que pude entrar em contacto com esta prestigiada universidade. A língua francesa é a “língua-mãe” no que diz respeito ao cinema e à mais importante teoria cinematográfica; foi ela que me permitiu conhecer e sociabilizar-me com os grandes teóricos do cinema como Jacques Aumont, Michel Marie, Bernard Papin, o profissional ligado à televisão, e a grande argumentista Sandra Joxe.

Em suma, o francês está longe de ser uma língua ignorada, na nossa sociedade, (o que, de alguma forma, aconteceu ao longo da história, com a língua portuguesa). Ao invés, reverteu-se, indubitavelmente, num enorme leque de inovações culturais”.

Henrique Miguel Costa, estudante de Filosofia: “Definir a importância de uma língua pela sua utilidade é manifestamente redutor. A língua francesa não só me permitiu aceder tecnicamente a alguns dos textos vitais do meu curso como também – e sobretudo – possibilitou prolongar o meu horizonte de sentido através da palavra «original» de Descartes, Lévinas, Derrida, Sartre, Beauvoir ou Camus. É por isso que a minha relação com a filosofia é também uma relação com a língua francesa; desprovido da língua francesa, o meu horizonte filosófico de sentido empobreceria. Não nego a relevância das traduções, mas «acolher» um autor é «acolhê-lo» na sua própria língua”.

Cláudia Mota, aluna do 3º ano de Turismo, Lazer e Património, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra: “Tive aulas de francês no ensino secundário e considero importante o conhecimento de novas línguas para o meu futuro. A aprendizagem de línguas estrangeiras nas escolas é fundamental, para que possamos usufruir de novas culturas e adquirir novos conhecimentos, de modo a não ficarmos confinados à língua e à cultura portuguesas. Por estas razões, achei da maior importância escolher novamente a língua francesa no ensino superior, porque, para além de ser imprescindível para o meu curso, permite alargar o meu conhecimento a novos horizontes e a novas culturas”.

Claudia P. Ferraz Pereira, 4º ano de Línguas e Literaturas Clássicas e Portuguesa – via científica: “As cadeiras de francês são muito importantes para a leitura de bibliografia e para os seminários, em que a maior parte do material fornecido pelo docente e pesquisado está numa língua que não é a nossa. Nunca é demais fazermos escolhas para além da nossa área; as línguas ocupam um lugar de primazia no meio académico. Por isso, é necessário salvaguardarmos o uso das línguas, porque estas, em qualquer área de aprendizagem, fazem parte do nosso quotidiano”. 

 
 
 

 home

 
 

Actualidade

 

 

       

A Semente on.line     Página Inicial   |   Agenda   |   Artes e Letras   |   Cultura e Ciência   |   Modos de Ver   |   Realces

 

Propriedade: Escola Secundária com 3.º Ciclo de Pombal de Pombal, Rua Da Escola Técnica, 3100-487 POMBAL

 

Telef.: 236212169         Fax.: 236217277          Mail: jornalsemente@espombal.edu.pt

 

Concepção Gráfica e Manutenção: Prof. Agostinho Santos  /  Redacção: Professoras Lídia Ribeiro e Margarida Cardoso