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As Redes Sociais |
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"As redes sociais
têm vantagens e
inconvenientes.
Rentabilizar as
primeiras e eliminar
ou atenuar os
efeitos dos segundos
é um sério desafio –
também educativo –
que se deve colocar
a quem nelas
participa."
Jornal Público
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T9 - A invasão da privacidade |
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Por: Diane Silva, nº14,
12ºF |
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Nos
últimos anos, tem-se
verificado um
desenvolvimento
significativo das novas
tecnologias da informação e
da comunicação, o que
propicia o uso mais
frequente das redes sociais.
As redes sociais oferecem
várias vantagens aos seus
utilizadores, como a
possibilidade de encontrar
“velhos amigos”, obter
informações sobre uma banda
ou um actor famosos e ainda
oferece várias aplicações,
como jogos ou testes.
No entanto, existem perigos
ao recorrer às redes
sociais, como o Facebook, o
Hi5 ou o Twitter, uma vez
que os indivíduos correm o
risco de lhes roubarem
informações pessoais
(fotografias, dados
pessoais), vendo a sua
privacidade invadida.
Apesar de todos os riscos
existentes, as pessoas
aderem em massa às redes
sociais, tornando-se, por
vezes, dependentes. A
dependência das redes
sociais leva a que os
indivíduos descurem o
contacto físico e real com
as pessoas, mantendo apenas
contacto virtual, através de
um monitor. Na maioria das
situações, não existe
contacto visual, o que
facilita a mentira e o
engano. No entanto, serviços
como o Skype já permitem que
se visualize o interlocutor.
É necessário contenção e
criação de regras e horários
pessoais, de modo a
manter-se uma interacção com
as pessoas de modo saudável.
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T10 - “Os pés fora da realidade” |
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Por: Inês Mendes, nº 11,
12ºG |
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Hoje em dia, o mundo quase
não conseguiria viver sem as
tecnologias de informação e
comunicação que, num curto
espaço do tempo, invadiram a
vida das populações.
Tornámo-nos tão dependentes
delas que não conseguimos
passar sem o telemóvel, o
computador, a televisão.
Claro que, sem estas
tecnologias, não poderíamos
receber, em tempo real,
informação acerca do que se
passa do outro lado do
mundo, como, por exemplo, as
eleições do Presidente dos
Estados Unidos, as cheias na
Austrália, os confrontos no
Egipto. Isto é muito
importante para que o ser
humano não se veja isolado
na sua própria concha.
No entanto, as consequências
do rápido desenvolvimento
destas tecnologias não nos
deram tempo para reflectir
nas consequências negativas
que poderiam trazer para
quem não soubesse moderar o
seu uso (especialmente no
caso da Internet). Como nos
diz Henrique Raposo
(Expresso de 11 de Dezembro
de 2010), o uso do
cyberespaço faz com que
alguém que não se saiba
moderar nunca coloque “os
pés na realidade”, o que
provoca, por exemplo,
distanciamento entre essa
pessoa e a sua família, ao
mesmo tempo que a
comunicação vai esmorecendo
gradualmente.
Em suma, as tecnologias são
de grande importância para o
Homem, que é intrinsecamente
um ser social, com sede de
aprender e de se informar.
No entanto, é necessário que
não se perca a noção de que
a realidade se encontra do
nosso lado do ecrã do
computador, e não dentro
dele.
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T11 - As verdadeiras interacções
são sociais e não tecnológicas |
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Por: João Silva, nº15,
12ºG |
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Como afirma Henrique Raposo,
“Hoje, é possível viver-se
numa bolha de egoísmo
tecnológico” (Expresso de 11
de Dezembro de 2010). Esta
frase não poderia ser mais
verdadeira. O
desenvolvimento das novas
tecnologias da informação e
da comunicação fez-se a um
ritmo muito acelerado, não
só com a introdução da
televisão, mas
principalmente com a
introdução do computador e,
posteriormente, com a
criação da Internet.
Actualmente, a Internet
tem-se revelado não só um
importante meio de recolha
de informação, como também o
mais importante meio de
comunicação entre pessoas,
destacando-se, naturalmente,
o importante papel das redes
sociais para este factor,
nomeadamente o Facebook.
Devido à Internet e às redes
sociais, as pessoas estão a
mudar e a deixar de
reconhecer a importância do
contacto humano, o que
acontece com a maioria dos
jovens que, actualmente,
vivem uma realidade virtual,
permanecendo a maior parte
do seu tempo diário em
frente ao computador. Esta
mudança no comportamento da
população, principalmente
dos países desenvolvidos,
terá consequências nefastas
nas gerações vindouras, que
adoptarão hábitos e modos de
vida incorrectos. Não só
socialmente, mas também
politica e economicamente,
haverá consequências
incontroláveis relacionadas
com a Internet, como já se
constatou com o caso
Wikileaks.
Desta forma, a afirmação de
Henrique Raposo (Expresso de
11 de Dezembro de 2010),
está totalmente de acordo
com as minhas ideias e
valores. Reconheço que
muitos de nós nascemos e
vivemos com princípios e
normas à base de verdadeiras
interacções sociais e não
tecnológicas.
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T12 - Num mundo tecnológico |
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Por: Catarina Alexandra
Silva, nº 4, 12ºD |
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Vivemos num mundo
tecnológico. Não há volta a
dar! Hoje, dependemos da
tecnologia a todas as horas
do dia: em casa, no
trabalho, no lazer, na
produção, na criatividade,
na pesquisa... Ela invade a
nossa vida a um ritmo
alucinante e intromete-se
nas nossas relações.
As tecnologias de informação
e comunicação permitem
conhecer notícias
instantaneamente, pesquisar
e obter quantidades
inimagináveis de informação,
comunicar, através de um
clique, com o mundo inteiro
e para além dele.
Num passado não muito
distante, esperávamos duas
semanas por notícias de um
familiar que se encontrava
longe. Hoje, uma notícia com
uma semana já é passado. A
tecnologia impõe-nos a
velocidade, e as condições
da nossa vida social são
arrastadas neste turbilhão,
alterando completamente o
nosso quotidiano.
No entanto, como Henrique
Raposo refere (in “Parede de
Vidro”, Expresso 11 de
Dezembro de 2010), o
“virtualismo” e tecnologia a
ele associada podem criar
alheamento da realidade,
criar um falso sentido de
pertença que mascara uma
solidão colectiva.
Em conclusão, as tecnologias
modernas mudaram e
continuarão a mudar, de
forma irreversível, as
nossas vidas. Já não podemos
viver sem elas e não devemos
ignorá-las. Contudo, para
não perdermos o sentido da
realidade, para não pormos
em risco a nossa
sociabilidade, os nossos
valores solidários e
humanos, devemos usá-las com
peso e medida: aproveitar o
que nos oferecem de bom e
conhecer os riscos
associados ao seu abuso,
para os podermos evitar.
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T13 - Fundamental é educar os
utilizadores |
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Por: Sofia Dias, nº21 ,
12ºG |
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No
mundo actual, em que as
Tecnologias de Informação e
Comunicação são uma
realidade e a sua utilização
um dado adquirido e em
progressiva expansão, a
reflexão acerca da sua
importância e das suas
repercussões começou
igualmente a emergir. Apesar
dos óbvios benefícios que as
novas tecnologias
apresentam, têm ultimamente
surgido alertas para as
consequências negativas que
advêm da sua proliferação
exacerbada e má gestão.
De acordo com a opinião
manifestada por Henrique
Raposo, no Expresso de 11 de
Dezembro de 2010, é
preocupante a “bolha de
egoísmo tecnológico” que se
tem construído e que,
naturalmente, representa um
perigo para a vida em
sociedade e as relações
interpessoais.
Na minha opinião, as novas
tecnologias são uma
mais-valia para a sociedade,
desde que regulamentadas e
utilizadas conscientemente,
podendo favorecer
significativamente a
qualidade do ensino. O fácil
acesso à informação e a
formas lúdicas de aprender
contribuem para o sucesso
escolar e para a criação de
jovens activos, mais
informados. Exemplos da
intervenção da tecnologia
nas escolas são os
computadores, com acesso à
internet, os quadros
interactivos ou televisões.
Por outro lado, as
tecnologias podem
representar uma ameaça ao
mundo actual, uma vez que,
se o seu crescimento não for
controlado, podem vir a
causar profundas
modificações (se é que já
não causaram!) na sociedade,
a nível profissional e nas
relações humanas que se
poderão vir a basear num
mundo virtual, imaginário,
em que as pessoas podem
representar aquilo que não
são. Os chats, messengers e
redes sociais como o Twitter
ou o Facebook são alguns dos
inúmeros recursos de que a
população dispõe para
“actuar socialmente”.
Em suma, e dada a
inquestionável implementação
das tecnologias no nosso
dia-a-dia, devemos retirar o
que de melhor estas podem
oferecer, fazendo uma
utilização responsável das
mesmas. Considero que os
Estados deveriam intervir
adequadamente, de forma a
impedir a expansão
“selvagem” da tecnologia,
educando a população para
que as saiba utilizar o mais
correctamente possível.
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T14 - Como seria um dia sem ir
ao Facebook? |
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|
Por: Mónica Ferreira,
nº 25, 12ºF |
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Actualmente, a hipotética
ideia do que seria a vida
sem Internet quase nos
parece hedionda, mas isto
acontece, porque ficamos
fixados nas vantagens e não
reflectimos sobre as
desvantagens que acarreta.
De facto, seria impossível
negar que a Internet traz,
para além de qualidade de
vida, inúmeros aspectos
positivos a todos os níveis.
Dada a cada vez maior
rapidez de informação, é-nos
possível estar
confortavelmente em casa e
saber quais são os
desenvolvimentos da guerra a
quilómetros de distância ou
fazer uma viagem virtual até
ao Dubai ou, quem sabe,
programar o próximo destino
de férias ao mínimo detalhe.
Temos também a oportunidade
de comunicar com alguém que
esteja a centenas de
quilómetros. Nas nossas
cabeças, nas dos jovens em
particular, já se torna
quase inconcebível imaginar
um dia sem ir ao Facebook
ver as novidades dos amigos
(sejam eles reais ou
virtuais) ou consultar o
email e ver o que há de
novo.
Mas tudo tem as suas
desvantagens e a Internet,
de forma alguma, é a
excepção à regra. Tendo em
conta que, neste espaço,
temos a liberdade de sermos
quem quisermos ou somente
nós, isto dá azo a que, por
vezes, atitudes menos
correctas sejam tomadas.
Ultimamente, muito se tem
falado dos crimes
informáticos (como
propagação de vírus,
difamações graves) e
dificilmente se pode
repreender quem os comete,
porque dificilmente se chega
aos responsáveis. Outro dos
problemas é a saúde física e
mental das pessoas. A
Internet acaba por ser um
apelo ao sedentarismo e ao
vício que, se não forem
desde logo tratados, poderão
evoluir para problemas
graves.
Em suma, podemos considerar
que, de facto, a Internet
tem imensas vantagens, mas é
preciso saber usufruir
delas.
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T15 - A utilização das novas
tecnologias passa pelo seu uso
consciente |
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|
Por: João Domingues,
nº21, 12ºF |
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Viver numa era tecnológica
onde tudo está ao alcance de
todos apresenta evidentes
vantagens: o desenvolvimento
de uma sociedade moderna com
a possibilidade de acesso à
informação, de forma rápida
e de forma gratuita, e a
possibilidade de reencontrar
amigos através de redes
sociais. Nos dias de hoje, é
cada vez mais fácil termos
acesso ao conhecimento e
alargar os nossos horizontes
e tudo à distância de um
simples clique. No que diz
respeito à possibilidade de
reencontrar amigos, sublinho
a minha própria experiência,
pois, através de redes
sociais, pude reencontrar
amigos do meu país de
origem.
Por outro lado, e não menos
importante, regista-se o
facto de existirem
consequências negativas da
utilização das novas
tecnologias de informação e
comunicação. As pessoas
podem “perder-se” num mundo
virtual e confundir a
realidade com a imaginação e
ficção. Um exemplo é a
utilização abusiva das redes
sociais por parte dos
jovens, o que acaba por
dificultar a socialização e
a convivência física. Outra
desvantagem da utilização
das TIC é a falta de
segurança que pode originar,
por exemplo, o
desaparecimento de seres
humanos e o consumismo,
associado a estratégias de
marketing e publicidade.
Em suma, a utilização das
novas tecnologias passa pelo
seu uso consciente, tendo em
atenção os seus efeitos
negativos.
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T16 - A invasão do nosso espaço
pessoal |
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|
Por: Ana Sofia Ferreira,
nº4, 12ºG |
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Nos
dias que correm, as novas
tecnologias entram pela
nossa casa quase como uma
obrigação, imposta pelo
avanço tecnológico.
Aparentemente, as novas
tecnologias de informação e
de comunicação só apresentam
aspectos positivos pela
facilidade de comunicação
entre as pessoas e no acesso
a todo o tipo de informação
pretendida.
É certo que o rápido
desenvolvimento tecnológico
é repleto de vantagens.
Nunca foi tão fácil aceder
rapidamente à informação de
foro pessoal de alguém (como
é possível numa rede social)
ou, até mesmo, entrar em
contacto com uma pessoa que
se encontra do outro lado do
globo, através de um simples
e-mail.
No entanto, as desvantagens
são muitas, pois existem
consequências graves desta
facilidade no acesso à
informação do outro. As
redes sociais são uma
autêntica base de dados que
vai contra a privacidade.
O contacto entre as pessoas
é cada vez mais virtual, o
que prejudica, muitas vezes,
a integração das pessoas no
mundo real. Como nunca
sabemos ao certo quem está
do outro lado do ecrã do
nosso computador, poderá
tornar-se perigosa qualquer
informação pessoal que
partilhemos. Por exemplo,
hoje em dia, chegam-nos
notícias de jovens que
marcaram encontros com
“amigos” das redes sociais
ou salas de conversação
online, que acabam por
desaparecer, vítimas de
raptos, entre outras
tragédias.
O avanço tecnológico não
trouxe, aliado a ele, a
protecção necessária para
não se tornar prejudicial,
pelo que qualquer indivíduo
consegue abusar,
desrespeitar e violar a
segurança de outros. Na
internet, um indivíduo pode
interpretar o papel de uma
personagem imaginada,
vivendo num mundo não real.
Concluindo, é necessário
ser-se cuidadoso na
integração e utilização das
novas tecnologias.
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