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As Redes Sociais |
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“Hoje, é possível
viver-se numa bolha
de egoísmo
tecnológico. Uma
pessoa pode saltitar
de nenúfar virtual
em nenúfar virtual
(mail, redes
sociais, blogues),
sem nunca colocar os
pés na realidade.”
Henrique Raposo,
‘Paredes de
Vidro’,
Expresso, 11 de
Dezembro de 2010.
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T1 - Devemos consumi-las com
moderação |
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Por: Mário Martins, nº
18, 12ºD |
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No século XX, a Humanidade
viu-se envolvida numa das
maiores evoluções jamais
vividas durante toda a sua
História. Estou, é claro, a
falar da evolução das
tecnologias da informação e
comunicação. Ao longo deste
século de evolução,
formaram-se novas
possibilidades de, por
exemplo, saber notícias de
qualquer canto do mundo, ou
de conhecer novas pessoas,
países ou culturas, sem
sequer sair do nosso quarto.
Mas será isso totalmente
benéfico para a Humanidade?
Debrucemo-nos no tão falado
Facebook. Para mim, é algo
benéfico, pois, além de nos
permitir conhecer novas
pessoas com interesses em
comum ou de (re)descobrir
velhos conhecimentos,
podemos, através desta rede,
arranjar emprego, discutir
pontos de interesse com
amigos (sem sair de casa) e
expor as nossas ideias a
todo um mundo virtual que
pode, concordando ou não,
reflectir nessas ideias e
formular tantas outras mais.
Mas também tem os seus
perigos. Podemos ser
difamados, sem descobrir os
responsáveis dessa
difamação, bem como ficar,
se não tivermos cuidado, com
a nossa vida íntima exposta
e dar espaço a que movam
acções contra a nossa vida.
E porque não falar no
Wikileaks? É certo que obter
algumas informações, que
envolvem planos para levar a
cabo acções de implementação
de regimes autoritários em
alguns países apoiados por
outros ditos defensores da
Democracia, é um louvável
desígnio de utilidade
pública. Agora, divulgar
planos de defesa nacionais e
estratégias de defesa de
pontos-chave, que são o
garante de independência de
alguns países e alegar
serviço de utilidade pública
já não é só incorrecto, como
criminoso. Estamos, assim, a
divulgar informações que dão
vantagem a grupos
extremistas, cujo objectivo
é a subjugação da Humanidade
ao seu credo e modo de vida.
Concluindo, sou a favor das
novas tecnologias da
informação e da comunicação,
quando elas são usadas para
fins benéficos, pacíficos,
lúdicos e pedagógicos. Mas,
tal como tudo na vida,
devemos consumi-las com
moderação.
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T2 - Num mar de vantagens e
desvantagens |
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Por: André Ferreira dos
Santos, nº 5, 12ºF |
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Num mar de vantagens e
desvantagens, censuras e
utilidades, perigos e
opções, as novas tecnologias
da informação e da
comunicação têm vindo a
revolucionar a sociedade em
que vivemos.
Hoje em dia, em poucos
segundos, uma pessoa pode
percorrer o mundo por via de
blogues, redes sociais…, sem
precisar de realmente se
deslocar, sem precisar de
ter contacto com uma
realidade que não a sua, tal
como um anfíbio saltitando
“de nenúfar em nenúfar”
(Henrique Raposo, Expresso,
11 de Dezembro de 2010), sem
nunca realmente tocar na
água. Esta capacidade de
“viajar” pelo mundo
instantaneamente é, de
facto, algo fenomenal, mas
nem todos a possuem. Um
sujeito com escassos
recursos financeiros
dificilmente teria
possibilidades para adquirir
esta tecnologia, e mesmo
quem as tem, certamente,
sente na pele dificuldades
em acompanhar a sua
evolução.
O acesso a fontes
praticamente ilimitadas de
informação também é algo
muito útil para a maioria
das sociedades modernas,
para jornalistas,
estudantes, historiadores ou
apenas curiosos. Mas o
problema que eu coloco não é
a sua utilidade, mas, sim, a
sua veracidade. Num mundo
livre, sem contacto físico e
repleto de opiniões, o
“egoísmo tecnológico” pode
prevalecer, uma vez que cada
um diz o que quer, como
quer, quando quer. Eu sou a
favor da liberdade de
expressão. Mas até que ponto
ela não virá a ser
problemática? Se, por
exemplo, um jornalista foi
induzido em erro por
informações falsas, esse
erro poderá afectar uma
grande parcela de população,
podendo até causar
alterações políticas e
socioculturais numa dada
sociedade.
Penso que, apesar das suas
inúmeras maravilhas, este
“mundo novo” deverá ser
devidamente regulado e
utilizado, evitando, entre
outros problemas,
mal-entendidos e a exclusão
social.
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T3 - É um vício! |
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Por: Ana Carolina
Portela, n.º 3, 12.º G |
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As tecnologias estão a
desenvolver-se a um ritmo
cada vez mais acelerado e
toda a sociedade é atraída
como um íman. Nem damos por
este fenómeno tecnológico,
mas efectivamente acontece.
Quantas são as pessoas que
têm facebook?
Mais fácil seria perguntar
quem não tem…
É assustador o perigo a que
as pessoas se sujeitam ao
terem os seus dados pessoais
e fotos na internet, pois
todos os podem ver. O que
entra na internet não sai,
por mais que seja apagado,
alguém viu e pode ter
copiado, ficando essa
informação em seu poder.
Uma grande parte do nosso
tempo livre é passado a ver
mails, a fazer compras
'online', a falar com os
amigos 'online'. De facto,
estamos a ser engolidos por
toda esta rede tecnológica e
não há como sair dela. É um
vício.
Nos seus tempos livres, as
pessoas passam mais tempo em
frente ao computador do que
desempenhando qualquer outra
tarefa ou a praticar
desporto. É certo que tanta
tecnologia, mais tarde ou
mas cedo, acabará por
desencadear sedentarismo e
cada vez haverá mais pessoas
obesas. Essa mesma
tecnologia fará aparecer
publicidades com raparigas
lindas e magríssimas nos
ecrãs dos computadores, o
que acaba por ser algo
contraditório.
Para combater tudo isto,
será melhor que se verifique
um auto-controlo por parte
dos utilizadores da internet
para não caírem em excessos
e para a utilizarem como uma
ajuda no seu dia-a-dia, para
fazer pesquisas ou consultar
mapas.
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T4 - Entre o mundo real e
o virtual |
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Por: Vânia Gonçalves, nº
24, 12ºD |
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O rápido desenvolvimento das
novas tecnologias da
informação e da comunicação
é cada vez mais evidente.
Tal como seria de esperar,
este rápido desenvolvimento
traz-nos vantagens, mas
também apresenta algumas
desvantagens.
Podemos apontar como
vantagem o facto de, hoje em
dia, podermos comunicar com
pessoas que estão do outro
lado do mundo, sem termos de
sair de casa. O acesso
rápido a qualquer tipo de
informação é outra vantagem
deste desenvolvimento
tecnológico.
Contudo, este
desenvolvimento das novas
tecnologias da informação e
da comunicação conduz-nos ao
isolamento social, uma vez
que condiciona o
relacionamento interpessoal.
É a este condicionamento que
se refere Henrique Raposo,
ao utilizar a expressão
“egoísmo tecnológico”
(Expresso, 11 de Dezembro de
2010). As pessoas ficam
“viciadas” na blogosfera e
deixam de comunicar entre
si.
O que, muitas vezes,
acontece é que nos
esquecemos de que este não é
um mundo real, mas, sim,
virtual. O contacto directo
entre as pessoas é muito
mais saudável do que o
contacto através de um
computador, pois nós não
comunicamos apenas através
da linguagem, mas também
através dos gestos e do
olhar. Esta comunicação
gestual e visual torna-se
impossível quando
comunicamos com alguém, por
exemplo, através do envio de
um e-mail.
Na minha opinião, deveríamos
aprender a usufruir das
novas tecnologias com conta,
peso e medida, isto é,
aprender a fazer uso dos
benefícios que elas nos
oferecem de um modo
saudável, sem prejudicar o
contacto interpessoal.
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T5 - Com apenas um “clique” |
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Por: Ana Carolina
Cordeiro, nº 2,
12ºF |
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Hoje em dia, vivemos numa
sociedade cada vez mais
global, em que as distâncias
deixaram de ser um
obstáculo, como acontecia no
passado. No presente, com
apenas um “clique”, pode-se
saber de tudo que se passa
no mundo, numa sociedade
marcada pelas novas
tecnologias e meios de
informação que vieram para
ficar, trazendo com elas
aspectos positivos e
negativos.
O acesso fácil à informação
tornou tudo muito mais
simples, originando uma
globalização económica,
cultural e política. Fez
evoluir muitas áreas da
nossa vida como as formas de
trabalho, a medicina
(telemedicina), o que
permite resolver problemas
sociais, de uma forma muito
mais rápida e eficaz.
Mas como há sempre um outro
lado da moeda, este
desenvolvimento tecnológico
tem levado a nossa sociedade
ao que Henrique Raposo chama
«bolha de egoísmo
tecnológico» (Expresso, 11
de Dezembro de 2010).
Está-se a perder o
relacionamento real entre as
pessoas, que acabam por se
confinar, comodamente, ao
ecrã do computador, não
estabelecendo qualquer tipo
de relação social ou
contacto físico, o que leva
a situações de isolamento
total.
Em tudo na vida tem de haver
um equilíbrio e o uso das
novas tecnologias não é
excepção. Por isto, tem de
se conseguir manter num
meio-termo, não caindo em
excessos. É certo que as
novas tecnologias têm
múltiplas vantagens para
nós, mas, quando não há
controlo na sua utilização,
podem levar a situações
bastante negativas. Não
podemos esquecer que o homem
é um ser social e que tem de
comunicar para sobreviver.
Assim, devemos utilizar as
vantagens que o «mundo
tecnológico» nos
proporciona, mas sempre com
um grande sentido crítico.
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T6 - Num Mundo mais Pequeno |
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Por: Inês Cravo Sintra,
nº 10, 12ºD |
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As novas tecnologias,
nomeadamente as tecnologias
de informação e comunicação,
revolucionaram o mundo
actual. Contudo, possuem
vantagens e desvantagens.
Num mundo cada vez mais
tecnológico, as tecnologias
de informação e comunicação
vieram torná-lo mais
pequeno. Através de chats,
blogues, redes sociais e
e-mails, foi possível
comunicar instantaneamente
com qualquer pessoa do
planeta. Para além disso, a
criação de sites de notícias
permitiu o conhecimento do
que se passa em todos os
cantos da Terra,
contribuindo, assim, para
uma população interessada e
bem informada. Outro
benefício destas
tecnologias, a nível mais
profissional, é permitir a
publicidade de empresas de
todo o mundo.
No entanto, estas
tecnologias nem sempre são
benéficas. Este mundo
virtual pode tornar-se de
tal maneira apelativo que
provoca o isolamento das
pessoas que deixam de viver
a realidade, de interagir
com os outros e ficam
confinadas às redes sociais.
Também é problemático porque
a população em geral não tem
a noção da invasão da
privacidade fomentada pelas
redes sociais, o que, em
muitos casos, pode levar a
situações gravíssimas, como
raptos ou burlas.
As novas tecnologias são,
actualmente, indispensáveis,
pois o nosso desejo de
comunicar com os outros não
tem fim. No entanto, é
necessário que se perceba
que não se pode abusar
destas tecnologias, pois,
assim como nos ajudam, podem
ter consequências mais
graves do que se possa
imaginar.
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T7 - Mudanças no mundo do
trabalho |
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|
Por: Maria João Nogueira
Santos, nº 16, 12ºD |
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Actualmente, é possível ter
acesso a novas tecnologias
de informação e da
comunicação em qualquer
lugar, graças ao seu rápido
desenvolvimento. Estas
tecnologias são
relativamente recentes;
porém, facilitam bastante o
dia-a-dia aos seus
utilizadores. Podemos sempre
encontrar, no mercado,
aparelhos que contêm as
funções de que necessitamos,
pois quase todos os dias é
lançado um novo ‘gadget’.
Por exemplo, hoje em dia, há
inúmeras pessoas que
trabalham em casa, graças ao
‘teletrabalho’ que garante a
rapidez das comunicações, no
conforto do lar.
Realmente, as novas
tecnologias são de elevada
importância, uma vez que
facilitam comunicações e
pesquisas, ajudam no
trabalho do utilizador e
podem ser um meio de ofertas
de oportunidades de trabalho
– como diversos ‘sites’ na
internet. No entanto, no
mundo actual, estes meios de
comunicações podem tornar-se
invasivos e podem provocar
dependência. Um utilizador
que seja, por exemplo,
arquitecto numa empresa,
pode perfeitamente trabalhar
nos projectos em sua casa,
enviando-os aos clientes,
mais tarde, por e-mail. Com
isto, corremos o risco de
criar a tal ‘bolha de
egoísmo tecnológico’
(Henrique Raposo no Expresso
de 11 de Dezembro de 2010),
sem conviver com pessoas
‘reais’, do mundo ‘real’.
Concluindo, penso que o
rápido desenvolvimento das
novas tecnologias da
informação e da comunicação,
quando controlado, trará
mais vantagens do que
consequências negativas.
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T8 - Novas formas de viver,
pensar e agir |
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|
Por: Joana Gameiro, nº
24, 12ºG |
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A evolução das tecnologias
da informação e da
comunicação tem vindo a
contribuir, de forma
positiva e negativa, para o
desenvolvimento de novas
formas de viver, pensar e
agir em todas as sociedades.
Ao mesmo tempo que as TIC
contribuem para a construção
de uma sociedade global,
ligando todos os indivíduos
e facilitando a troca de
ideias, bens e cultura, vão
retirando a identidade aos
povos e aos próprios
indivíduos.
As redes sociais, por
exemplo, implicam a perda de
privacidade por escolha
própria dos seus
utilizadores, que vão
oferecendo aquilo que são e
o que fazem ao mundo
virtual, ignorando o atrito
que estão a produzir à volta
das relações “reais” e da
comunicação ao vivo.
Verifica-se, assim, a
vulgarização das relações,
questão para a qual as
pessoas contribuem sempre
que têm oportunidade de
alimentar o vício já criado
no mundo “quase imaginário”
que é a “realidade” virtual.
No entanto, as redes sociais
também cooperam com o
crescimento das empresas,
através de várias formas de
publicidade e da contratação
de empregados virtualmente.
Contribuem da mesma forma
para que muitos encontrem
emprego e também amigos de
longa data.
Desta forma, considero que
existe uma beleza
encantadora nas redes
sociais, que servem de
escape ao mundo real, mas é
preciso que os seres humanos
se confrontem pessoalmente e
mostrem o que realmente
valem.
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Blogs da Comunidade Escolar |
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