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Porque é que a política também é para nós?

A esta pergunta responderam vários jovens do 7ºA e do 10ºD que deram conta das reflexões e preocupações suscitadas por tal questão:

2009.05.28    Por: Alunos do 7º e 10º ano

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Assim pensam os mais pequenos:

Alexandre Ferreira (7ºA): Na política, há muita mentira e falsidade. Será que é para nós?

Ana Rita Lopes (7ºA): Temos de estar informados em relação ao sistema político do nosso país.

Andreia Neves (7ºA): Um dia, podemos vir a ser políticos e até podemos assumir um cargo importante.

Bruno Neves (7ºA): Os políticos não cumprem o que prometem.

Joana Henriques (7ºA): A política define o futuro da Humanidade.

Liliana Martins (7ºA): A política é nossa, porque os pais votam para o seu futuro e para o das crianças, ou seja, estão confiantes que haja um futuro melhor.

Lucas Bello (7ºA): A política não faz sentido nenhum. É simplesmente poder e dinheiro.

Pedro Abreu (7ºA): A política também é para nós, porque cada um tem a sua opinião e devemos dá-la.

Pedro Costa (7ºA): A política institui ordens e nós temos de as cumprir, mesmo que não gostemos.

Pedro Cintrão (7ºA): Somo cidadãos e temos direitos.

Ricardo Pinheiro (7ºA): Nós também somos cidadãos e merecemos ter uma opinião sobre as decisões tomadas, sobretudo na Educação.

Ricardo Silva (7ºA): Nós vamos ser o futuro de Portugal. Somos (a)gente do futuro!

Sara Pestana (7ºA): Nós somos cidadãos do futuro e o que faz o futuro é a política. “O futuro é dos pequeninos!”.

Sofia Domingues (7ºA): A política é nossa, porque nós somos pequenos cidadãos, somos o futuro e a esperança de Portugal.

Soraia Ferreira (7ºA): O povo é que vota nos políticos. Os grandes votam e os pequeninos vivem as decisões deles.

Vera Botas (7ºA): A política também é o nosso futuro.

Vera Portela (7ºA): A política quase não existe. Nunca falamos dela.

Vítor Santos (7ºA): Pagamos impostos e, por isso, devemos preocupar-nos com a política.

 

Depois, crescemos e pensamos:

Alexandre Gonçalves (10ºD): Os jovens e a vida política e social… Será que esta relação existe? Sim, existe.
Aqui há pouco tempo atrás, um colega meu referia, numa crónica que escreveu e que eu li atentamente, que fazer política não é só estar nas assembleias e “mandar bitaites” sobre o que será melhor para o país. Ser activo na política é muito mais. E é aqui que se coloca a questão: será que os jovens são activos politicamente? Sim, são, pois, do meu ponto de vista, participar na política é também fazer manifestações para combater medidas com as quais não concordamos e, uma vez que vivemos num país livre, as manifestações são um modo de contestar, de abrir possibilidades de mudar algo.

Ana Carolina Cordeiro (10ºD): Hoje em dia e cada vez mais, os jovens devem ter uma atitude crítica em relação à política e à sociedade em geral, isto porque há que lutar pelos interesses da juventude e quem melhor o pode fazer senão os jovens?


Na actualidade, é comum vermos manifestações de adolescentes sobre o ensino. Diversas vezes os noticiários transmitiram notícias de greves feitas por alunos que reivindicavam a alteração do regime de faltas. De pouco valeu, mas o importante é ver que os jovens não se mantiveram indiferentes a esta situação e que, de algum modo, tentaram fazer algo para a mudar.


Por exemplo, na Grécia, há tempos atrás, vários grupos de adolescentes criaram situações violentas contra o governo e contra as autoridades que tinham morto um jovem. A forma como demonstraram a sua revolta não foi, por certo, a mais correcta, mas tentaram mostrar a sua indignação, disso não há dúvida.


Pessoalmente, acho que a juventude de hoje tem de aprender a participar na vida política, pois, embora os jovens já o façam, talvez ainda não saibam bem como agir.

Charlène Carrasqueira (10ºD): É importante a participação cívica dos jovens na vida política e social, porque representam o futuro da humanidade. Desde pequenos devem ser educados para que tenham uma boa perspectiva política, para que saibam argumentar, defender as suas opiniões e lutar para melhorar o nosso mundo, pois, um dia, serão eleitores e mesmo políticos. È muito importante ter-se uma voz activa na comunidade.

Cristiana Mendes (10ºD): A maioria dos jovens, hoje em dia, não se interessam pela vida política e social. No entanto, esta mentalidade tem de mudar. Eles precisam de tomar consciência de que, no futuro, terão muitas responsabilidades e que, por isso, se devem inteirar dos problemas da sociedade em que vivem. Por outro lado, os políticos devem ouvir os jovens, ter em consideração as suas opiniões e não pensarem que são os únicos donos da razão.

Daniel Jaló (10ºD): É importante que os jovens comecem a ter uma participação cívica na vida política e social, porque devem começar a formar uma opinião sobre os mais diversos assuntos de interesse para a sociedade, desde cedo, e também porque têm o dever de se oporem ao que acharem errado ou ao que vai contra os seus direitos. Daí, ser importante dar aos jovens a oportunidade de participar na vida política e social, porque, de outra forma, têm poucas armas para enfrentarem o que consideram incorrecto, ara se manifestarem.

Diana Amaro (10ºD): A participação cívica dos jovens na vida política e social é realmente importante, pois são eles que têm o futuro nas mãos. Todas as decisões tomadas no presente vão influenciar, positiva ou negativamente, a vida dos jovens. Todas as sociedades e culturas necessitam da criatividade, do entusiasmo e da energia da juventude para poderem avançar, para poderem construir uma sociedade bem organizada, desenvolvida, moderna e activa.

Diogo Capela (10ºD): É urgente encontrar uma solução para problemas como a crise económica e financeira, a discriminação racial, a pobreza, a fome… Será que os jovens poderão dar o seu contributo, participando na vida política e social? Podem manifestar falta de maturidade, mas, se a sua ajuda for solicitada, irão ficar sensibilizados e talvez consigam chegar a conclusões a que ninguém ainda conseguiu chegar.

Inês Sintra (10ºD): Os jovens são o amanhã da sociedade moderna. Os adultos devem ter a preocupação de os auxiliar a compreender que, no futuro, serão eles que irão “ditar as regras” e, por isso, é necessário prepará-los para tal tarefa, guiá-los na participação crítica na vida política e social, a fim de evitar erros que possam acabar com a vida que idealizaram. Se tal não acontecer, muitos jovens poderão enveredar por caminhos perigosos para eles e para os outros, como o abuso de drogas, o crime comum e até o crime organizado. Em suma, é importante a participação cívica os jovens na vida política e social para uma vida calma e justa que agradará à sociedade futura.

Inês Carvalho (10ºD): Embora haja jovens que aspirem a viver vidas plenas e produtivas, qualquer que seja a situação de desenvolvimento da sociedade em que se inserem, um grande número, que, infelizmente, tende a aumentar, enfrenta o desemprego, modos de vida inseguros, a exclusão social ou preconceitos étnicos.


Para que isto não aconteça, os jovens têm de estar bem informados, ser bem educados para que, quando adultos, sejam cidadãos qualificados e, para o bem social, devem ser esclarecidos.

Jorge Santos (10ºD): A sociedade jovem de hoje, aliada ao dinamismo que a caracteriza e às novas tecnologias, constitui uma mais-valia do ponto de vista nacional e até mundial.
Kofi Annan disse que “é necessário que a voz dos jovens se faça ouvir bem alto”. Embora a comunicação não anuncie um futuro animador, não podemos baixar os braços. Muito pelo contrário, devemos fazer com que as nossas vozes se ouçam e bem alto.
Cada vez mais se vêem jovens na Assembleia da República e penso que isso já é um sinal de mudança, um sinal de força, e voz activa, de tentativa de inclusão.

Letícia Gonçalves (10ºD): Os jovens, hoje em dia, não se preocupam com a política, nem com a sociedade. Cada vez mais desistem da escola, para se tornarem uns autênticos vagabundos. Sim, é isso mesmo! Apenas querem viver o presente ao máximo. Pois. Mas não deveria ser assim. São o futuro e deveriam aprender com os erros dos actuais e anteriores dirigentes políticos, para que, quando forem eles a governar, o façam da melhor maneira possível. Para isso, a escola também devia dar o seu contributo, ensinando-os a agir na sociedade, e as grandes organizações e estados deviam ouvir as suas opiniões.

Joana Frade (10ºD): A nossa sociedade está a tornar-se muito competitiva a cada dia que passa. Por isso, é importante que, desde cedo, os jovens comecem a ter responsabilidades, a ver o que está mal na a nível político e social e a demonstrar vontade e determinação para melhorar o mundo que os rodeia, para que haja menos discriminação e racismo, por exemplo.

Luís Correia (10ºD): Dia-a-dia, somos confrontados com decisões controversas, polémicas, acertadas ou erradas, tomadas por políticos e, muitas vezes, aprovadas por vinte ou trinta pessoas no meio de uma sociedade com milhares de seres humanos.


Mas, sendo a sociedade constituída por crianças, jovens, adultos e idosos, será acertado ser liderada apenas por uma visão adulta? É óbvio que não seria um rapaz de seis anos a debater a legalização do aborto, mas por que motivo não ouvir a opinião de um adolescente de dezassete? No século XXI, é possível que os jovens discutam e exponham as suas ideias e crenças, através de alguns partidos políticos. Penso que é realmente importante que haja essa participação, porque o mundo é formado por ideais que não nascem apenas em mentes experientes. Serão os jovens os líderes das grandes empresas, serão eles a trabalhar e, senão lutarem pelo que gostariam de obter quando exercerem esses cargos, quem o fará?

Ricardo Monteiro: É crucial que os jovens participem na vida política e social. Já na Grécia antiga, há 2 500 anos, Sócrates e Aristóteles diziam o mesmo! É preciso que os jovens acolham o legado dos antepassados e “tomem as rédeas” do mundo. Para isso, em de haver uma formação completa, educação cívica e disciplina, para que se sintam preparados para tal.

 

 

 

Pensar a política

" A política também e para nós..." - alunos do 7º e do 10º ano definem a política

  

Os jovens e a política: "A política pode ser uma boa via para nos fazermos ouvir"

 

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A intervenção política

Grupo de alunos do 12º ano apresenta trabalho sobre a dimensão da crise económica

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Entrevista à Drª Ofélia Moleiro, cidadã pombalense, deputada do PSD à Assembleia da República

Entrevista ao Engº Narciso Mota, Presidente da Câmara Municipal de Pombal

Debate sobre Crise Económica com a presença do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa

Teoria versus Realidade: a procura de soluções para a crise económica

Novos pobres: conhecer as assimetrias socioeconómicas no nosso concelho

Área Projecto: a Ana, a Bárbara, o Diogo, o Igor e o João reflectem sobre "Tráfico Humano"  

     http://escravaturadoseculoxxi.blogspot.com/

 

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Ao encontro da política

De visita ao Palácio de S. Bento: alunos do 12º ano assistem a sessão parlamentar

 

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Efemérides - despertar uma consciência política

Dia 4 de Outubro: Dia Mundial dos Animais - assinalado pela Professora Elsa Proença

1 de Outubro: Dia Mundial do Idoso - a cargo do Clube dos Direitos Humanos

17 de Novembro: escola assinalou o Dia Mundial do Não Fumador

Dia 10 de Outubro: Dia Internacional contra a pena de Morte - exposição de trabalhos de alunos das  turmas do 10º A, B e D, e do 11º S1

"Conversas no Feminino": tertúlia assinalou o Dia Internacional da Mulher

A Escola assinalou o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho

 

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