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Teoria versus Realidade

"Nunca havia acontecido antes! Pela primeira vez na história da economia moderna, três crises de grande amplitude - financeira, energética e alimentar - estão em conjunção, confluindo e combinando-se. Por mais que as autoridades se esforcem em minimizar a gravidade do momento, o certo é que nos encontramos diante de um sismo económico de magnitude inédita, cujos efeitos sociais, que mal começaram a fazer-se sentir, explodirão nos próximos meses com toda a brutalidade."

2009.05.28   

Por: Cinderela Caetano, Melissa Queirós, Patrícia Terceiro, Sofia Silva e Steve Neves

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As transformações que afectaram a economia mundial ao longo dos últimos 30 anos e, muito particularmente as relações financeiras internacionais, foram de tal modo rápidas e brutais que a teoria económica parece ter perdido a capacidade de explicar racionalmente o ritmo de tais transformações.

 

É perante este vazio intelectual que, hoje em dia, se colocam problemas extremamente graves: a correcção das derrapagens económicas nos países desenvolvidos, a reorganização das economias dos países que surgiram com o desmoronar da União Soviética e do bloco comunista, bem como as dos países que haviam optado pela via socialista. O destino de milhões de seres humanos depende assim, quase exclusivamente, das receitas formuladas pelas administrações nacionais dos grandes países capitalistas prestadores de auxilio ao desenvolvimento e dos organismos internacionais de financiamento tais como o banco Mundial e o fundo monetário internacional.

 

Já nenhum território está, hoje em dia, fechado à circulação de mercadorias ou dos meios internacionais de pagamento. Mesmo quando os Estados procuram impedir esta circulação, os progressos flagrantes dos sistemas de transporte e de comunicação tornam as fronteiras cada vez mais difíceis de controlar, os mais diversos produtos e meios de pagamento circulam por toda a parte, mesmo nos locais mais recônditos do planeta.

 

O paradoxo que vivemos actualmente consiste, aliás, no facto de que, no preciso momento em que o desenvolvimento económico, tal como foi impulsionado pela revolução industrial inglesa, triunfa incontestavelmente e de forma clara, não é infelizmente capaz de assegurar o funcionamento correcto do capitalismo liberal. Esse triunfo está, de facto, presente em toda a parte: num progresso industrial contínuo, em especial por via da revolução electrónica e numa generalização do consumo em massa. Países devastados por guerras tão terríveis, como foram as duas grandes guerras mundiais, reconstruíram-se no espaço de dois ou três decénios quando, noutros tempos, no pré-industrial, teria sido preciso um século ou mais para uma dada sociedade reencontrar os seus equilíbrios demográficos e económicos.

 

Soluções

 

Na busca de uma solução para a crise Económica não podemos esquecer que o modelo económico precisa de ser modificado, sob pena de inviabilizar a vida no nosso planeta. Qualquer solução tem que ter em consideração o esgotamento do actual modelo energético, baseado no petróleo, o esgotamento do modelo alimentar, baseado na agricultura extensiva e na produção de gado, bem como o esgotamento do modelo industrial que produz o efeito de estufa e assim por diante.

 

Talvez seja necessário nesta crise redefinir o papel do estado para que ele actue como medidor nos conflitos e na actividade económica. Por outro lado, a sociedade civil poderia organizar-se mais para decidir os rumos da vida, sem depender do bom ou mau funcionamento do Estado.

 

Parece ainda ser necessário voltar a reflectir sobre a moeda, sua origem, o seu significado, a sua finalidade, pois acabamos por achar tão natural usar o dinheiro que nos esquecemos que é um produto da civilização humana, um instrumento mediador para facilitar a actividade social da humanidade. A moeda não é a finalidade principal do sistema económico. A moeda é um meio e não o fim da actividade económica.

 

 

 

Pensar a política

" A política também e para nós..." - alunos do 7º e do 10º ano definem a política

  

Os jovens e a política: "A política pode ser uma boa via para nos fazermos ouvir"

 

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A intervenção política

Grupo de alunos do 12º ano apresenta trabalho sobre a dimensão da crise económica

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Entrevista à Drª Ofélia Moleiro, cidadã pombalense, deputada do PSD à Assembleia da República

Entrevista ao Engº Narciso Mota, Presidente da Câmara Municipal de Pombal

Debate sobre Crise Económica com a presença do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa

Teoria versus Realidade: a procura de soluções para a crise económica

Novos pobres: conhecer as assimetrias socioeconómicas no nosso concelho

Área Projecto: a Ana, a Bárbara, o Diogo, o Igor e o João reflectem sobre "Tráfico Humano"  

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Ao encontro da política

De visita ao Palácio de S. Bento: alunos do 12º ano assistem a sessão parlamentar

 

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Efemérides - despertar uma consciência política

Dia 4 de Outubro: Dia Mundial dos Animais - assinalado pela Professora Elsa Proença

1 de Outubro: Dia Mundial do Idoso - a cargo do Clube dos Direitos Humanos

17 de Novembro: escola assinalou o Dia Mundial do Não Fumador

Dia 10 de Outubro: Dia Internacional contra a pena de Morte - exposição de trabalhos de alunos das  turmas do 10º A, B e D, e do 11º S1

"Conversas no Feminino": tertúlia assinalou o Dia Internacional da Mulher

A Escola assinalou o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho

 

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