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Luísa Monteiro e
Neuza Domingues (11ºD) – Há quanto tempo entraste na
escola de música?
João Lourenço
– Há 9 anos.
LM e ND – Qual
o nome da filarmónica que frequentas actualmente?
JL – Sociedade
Filarmónica Vermoilense.
LM e ND – O
que te levou a tocar trombone? Porque não outro instrumento?
JL
–
O maestro da banda incentivou-me a tocar
trombone e também alguns amigos que já
tocavam. Eu experimentei, gostei e é o que
toco desde então. Não tenho intenção de
mudar!
LM e ND –
Quais os motivos que te levaram a ingressar na filarmónica?
Quem te incentivou?
JL – Na altura
em que entrei, o meu pai estava na direcção e incentivou-me,
assim como alguns amigos. Como eu gostava de música,
ingressei na escola de música.
LM e ND – Isto
é só um hobby ou tencionas fazer da música o teu futuro?
Porquê?
JL – Começou
por ser um hobby, mas, com o passar do tempo, fui gostando
cada vez mais e, há pouco tempo, decidi que ia concorrer à
Escola Profissional de Música de Espinho, para mais tarde
ingressar numa Escola Superior de Música e fazer da música o
meu futuro.
LM e ND – É do
nosso conhecimento que frequentas o Conservatório, em
Coimbra. Como é que consegues conciliar as aulas do
Conservatório com a escola?
JL – Quando
gostamos de uma coisa, conseguimos conciliar tudo, com
grande esforço, é claro, mas quem corre por gosto não cansa.
LM e ND –
Sabemos que a Sociedade Filarmónica Vermoilense participou
recentemente num concurso internacional de bandas e que
conseguiu alcançar uma boa pontuação. Esforçaste-te para
contribuíres para esse sucesso?
JL – Sim! Todos os
membros da banda se esforçaram e deram o máximo. Foi graças
a esse esforço que obtivemos uma boa pontuação.
LM e ND –
Ficaste orgulhoso?
JL – Sim
fiquei orgulhoso, pois é bom ver o nosso esforço
reconhecido. |